Foto da aldeia

AIMAAM Cinta Larga

Bem-vindo à nossa cultura e tradições. Os indígenas Cinta Larga são um povo originário da Amazônia, mais especificamente da região de Rondônia, Brasil. Este povo pertence ao grupo linguístico Tupi, mais especificamente ao ramo Tupinambá e habita a Reserva Indígena Cinta Larga, localizada principalmente no município de Espigão do Oeste, Rondônia, Brasil.

Sobre

A Reserva Roosevelt possui uma extensão de aproximadamente 2,7 milhões de hectares de floresta preservada. Seu território é atravessado por diversos rios, incluindo o Rio Roosevelt, Rio Tenente Marques, Rio Capitão Cardoso, Rio Juína e Rio Aripuanã. O povo Cinta Larga pertence ao grupo linguístico Tupi, mais especificamente ao ramo Tupinambá. Seu primeiro contato com a sociedade não indígena ocorreu na década de 1960.

População total em Rondônia: 1756

Vegetação

Ypê, camaru, cedro-rosa, tauari, cerejeira, mogno, freijó, libra, maracatiara, pinho, caxeta, Angeli, margoso, cajueiro, pariri, castanheira, cacaueira, pama, peroba, jequitibá, seringueira
Plantas medicinais, frutas nativas, animais silvestres e rios: Rio Roosevelt, Rio Capitão Cardoso, Rio Tenente Marques, Rio Eugênio, Rio das Dúvidas, Rio 11 de Maio.

AIMAAM - ASSOCIAÇÃO INDÍGENA CINTA LARGA

Somos uma organização dedicada a preservar as tradições, a cultura e o bem-estar da tribo. Trabalhamos em conjunto com diversas instituições para garantir o crescimento e a sustentabilidade da aldeia.

Contato

  • CNPJ: 37.574.307/0001-06
  • +55 69 99221-4253

    Dionatan - Presidente da Associação

Localização

Sede Administrativa Reserva Roosevelt - Aldeia do Piu, Setor Kernit, casa nº 306, município de Espigão do Oeste, Rondônia, Brasil.

Povos Cinta Larga

1. Povo Cinta Larga

Os Cinta Larga são um dos povos indígenas mais conhecidos da região de Rondônia. Seu nome, “Cinta Larga”, vem de uma característica cultural distintiva: o uso de uma espécie de cinturão feito de entrecasca de árvore, utilizado como parte do traje tradicional. Sua subsistência se baseia principalmente na caça e na agricultura de tubérculos e milho.

Historicamente, os Cinta Larga tiveram um contato tardio com a sociedade não-indígena, enfrentando ciclos de conflito com fazendeiros e exploradores que ameaçaram sua cultura e território.

2. Cultura Cinta Larga

Língua

O povo Cinta Larga pertence ao grupo linguístico Tupi, mais especificamente ao ramo Tupinambá. Muitos também falam português, em especial os mais jovens e aqueles com maior contato com a sociedade externa.

Tradições e Rituais

  • Rituais de iniciação: Os jovens passam por cerimônias marcantes, incluindo tatuagens tradicionais, como símbolo de transição para a vida adulta.
  • Espiritualidade: A crença é profundamente ligada à natureza, considerando que todos os seres vivos possuem um espírito.

Arte e Artesanato

  • Arcos e flechas usados para caça e cerimônias.
  • Cintas de couro e cestarias feitas com fibras naturais.

3. A Reserva Roosevelt

Localizada em Rondônia, a Reserva Roosevelt cobre aproximadamente 2,7 milhões de hectares de floresta preservada, sendo atravessada por diversos rios como o Rio Roosevelt e o Rio Aripuanã.

  • Situada no município de Espigão D’Oeste/RO e áreas vizinhas.
  • Rica em biodiversidade, com ampla fauna e flora amazônica.

Desafios

  • Conflitos territoriais e ambientais.
  • Preservação da biodiversidade e combate à mineração ilegal.

4. Atualidade e Situação Atual

Os Cinta Larga enfrentam desafios como a preservação cultural e a defesa de seus direitos territoriais. Porém, há um aumento na sua participação política e social, com representantes ativos na defesa dos direitos indígenas.

  • Defesa dos direitos territoriais.
  • Acesso à saúde e educação.
  • Preservação cultural e participação política.

5. Alimentação e Produção de Alimentos

A alimentação diversificada, baseada em frutos, cereais, raízes, castanhas, carne de animais caçados e peixes. A coleta de castanhas, em particular, tem grande importância não só como alimento, mas também como parte de uma prática cultural que conecta o povo à sua terra. Além disso, o cultivo de cará e banana, alimentos fundamentais na dieta, é uma prática comum que contribui para a segurança alimentar da comunidade.